7 de julho de 2010

Louvores a DEUS


FIDES QUAE CREDITUR

FIDES QUAE CREDITUR
"... SENTI A NESCESSIDADE DE VOS ESCREVER, EXORTANDO-VOS A PELEJAR PELA FÉ QUE DE UMA VEZ PARA SEMPRE FOI ENTREGUE AOS SANTOS" JD.3).
FIDES QUAE CREDITUR, OU "A FÉ QUE É CRIDA", É O CORPO DE DOUTRINA QUE MANTÉM COESA A NOSSA FÉ E IMPEDE QUE OS VENTOS DE DOUTRINA QUE CONSTANTEMENTE VARREM AS NOSSAS COMUNIDADES NOS LEVEM PARA TODOS OS LADOS. OS VENTOS SÃO INEVITÁVEIS, MAS OS ESTRAGOS PODEM SER EVITADOS.
PRECISAMOS CONHECER AS DOUTRINAS BÍBLICAS E HISTÓRICAS QUE FUNDAMENTARAM A IGREJA NO DECORRER DOS SÉCULOS. ESTE CORPO DOUTRINÁRIO ENCONTRA-SE, POR EXEMPLO, NO CREDO APOSTÓLICO: " CREIO EM DEUS PAI, DEUS FILHO E DEUS ESPIRITO SANTO. CREIO NA IGREJA, NA RESSUREIÇÃO..., ETC.
A PRÁTICA DESTA DOUTRINAS TEM SIDO REALIZADAS ENTRE NÓS? MUITOS, ALÉM DE NÃO CONHECER AS DOUTRINAS DA FÉ CRISTÃ, NÃO SABEM FAZER UMA PONTE ENTRE A DOUTRINA E A VIDA. POR EXEMPLO, COMO A DOUTRINA DE QUE DEUS HÁ DE JULGAR OS VIVOS E OS MORTOS AJUDA VOCÊ HOJE?
CONHECER AS DOUTRINAS HISTÓRICAS FIRMAM UMA INDENTIDADE CRISTÃ; VOCÊ SABE QUEM É, DE ONDE VEIO E PARA ONDE VAI. MUITOS, HOJE, CORREM ATRÁS DE NOVIDADES E EVENTOS, SEM SE PREOCULPAR EM CONHECER OS FUNDAMENTOS QUE TEM ACOMPANHADO O CRISTIANISMO NO DECORRER DOS TEMPOS. QUAL É A SUA "FIDES QUAE CREDITUS"? CREIA CORRETAMENTE VIVA BEM! SENHOR, OBRIGADO PORQUE FAÇO PARTE DE UMA HISTÓRIA DE QUEM TEM VENCIDO O MUNDO.

27 de junho de 2010

O SENHOR É MEU PASTOR



ESTUDO DA FAMILIA CRISTÃ

ESTUDO DA FAMILIA CRISTÃ
Texto Áureo: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa” (At 16.31).FÉ SALVÍFICA. A fé em Jesus Cristo é a única condição prévia que Deus requer do homem para a salvação. A fé não é somente uma confissão a respeito de Cristo, mas também uma ação dinâmica, que brota do coração do crente que quer seguir a Cristo como Senhor e Salvador (cf. Mt 4.19; 16.24; Lc 9.23-25; Jo 10.4, 27; 12.26; Ap 14.4).(1) O conceito de fé no NT abrange quatro elementos principais: (a) Fé significa crer e confiar firmemente no Cristo crucificado e ressurreto como nosso Senhor e Salvador pessoal (ver Rm 1.17). Importa em crer de todo coração (At 8.37; Rm 6.17; Ef 6.6; Hb 10.22), ou seja: entregar a nossa vontade e a totalidade do nosso ser a Jesus Cristo tal como Ele é revelado no NT.(b) Fé inclui arrependimento, i.e., desviar-se do pecado com verdadeira tristeza (At 17.30; 2Co 7.10) e voltar-se para Deus através de Cristo. Fé salvífica é sempre fé mais arrependimento (At 2.37,38; ver Mt 3.2).(c) A fé inclui obediência a Jesus Cristo e à sua Palavra, como maneira de viver inspirada por nossa fé, por nossa gratidão a Deus e pela obra regeneradora do Espírito Santo em nós (Jo 3.3-6; 14.15, 21-24; Hb 5.8,9). É a “obediência que provém da fé” (Rm 1.5). Logo, fé e obediência são inseparáveis (cf. Rm 16.26). A fé salvífica sem uma busca dedicada da santificação é ilegítima e impossível.(d) A fé inclui sincera dedicação pessoal e fidelidade a Jesus Cristo, que se expressam na confiança, amor, gratidão e lealdade para com Ele. A fé, no seu sentido mais elevado, não se diferencia muito do amor. É uma atividade pessoal de sacrifício e de abnegação para com Cristo (cf. Mt 22.37; Jo 21.15-17; At 8.37; Rm 6.17; Gl 2.20; Ef 6.6; 1Pe 1.8).(2) A fé em Jesus como nosso Senhor e Salvador é tanto um ato de um único momento, como uma atitude contínua para a vida inteira, que precisa crescer e se fortalecer (ver Jo 1.12). Porque temos fé numa Pessoa real e única que morreu por nós (Rm 4.25; 8.32; 1Ts 5.9,10), nossa fé deve crescer (Rm 4.20; 2Ts 1.3; 1Pe 1.3-9). A confiança e a obediência transformam-se em fidelidade e devoção (Rm 14.8; 2Co 5.15); nossa fidelidade e devoção transformam-se numa intensa dedicação pessoal e amorosa ao Senhor Jesus Cristo (Fp 1.21; 3.8-10; ver Jo 15.4; Gl 2.20).Esta Fé atinge toda nossa família, para sua salvação também, desde que também se arrependam de seus pecados e recebam a JESUS CRISTO como Senhor e Salvador de suas almas.Verdade Prática: Deus quer salvar toda a nossa casa, restaurando por completo todos os membros de nossa família.Leitura Diária:Segunda Gn 7.1-7 A salvação da família de Noé1 Depois, disse o SENHOR a Noé: Entra tu e toda a tua casa na arca, porque te hei visto justo diante de mim nesta geração. 2 De todo animal limpo tomarás para ti sete e sete: o macho e sua fêmea; mas dos animais que não são limpos, dois: o macho e sua fêmea. 3 Também das aves dos céus sete e sete: macho e fêmea, para se conservar em vida a semente sobre a face de toda a terra. 4 Porque, passados ainda sete dias, farei chover sobre a terra quarenta dias e quarenta noites; e desfarei de sobre a face da terra toda substância que fiz. 5 E fez Noé conforme tudo o que o SENHOR lhe ordenara. 6 E era Noé da idade de seiscentos anos, quando o dilúvio das águas veio sobre a terra. 7 E entrou Noé, e seus filhos, e sua mulher, e as mulheres de seus filhos com ele na arca, por causa das águas do dilúvio.O DILÚVIO DAS ÁGUAS VEIO SOBRE A TERRA. O dilúvio foi o castigo divino universal sobre um mundo ímpio e impenitente. O apóstolo Pedro refere-se ao dilúvio para relembrar a seus leitores que Deus outra vez julgará o mundo inteiro no fim dos tempos, mas agora por fogo (2 Pe 3.10). Tal julgamento resultará no derramamento da ira de Deus sobre os ímpios, como nunca houve na história (Mt 24.21). Deus conclama os crentes atuais, assim como Ele fez com Noé na antiguidade, para avisarem os não-salvos sobre esse dia terrível e instar com eles para que se arrependam dos seus pecados, e se voltem para Deus por meio de Cristo, e assim sejam salvosTerça Gn 45.7 A salvação da família de José7 Pelo que Deus me enviou diante da vossa face, para conservar vossa sucessão na terra e para guardar-vos em vida por um grande livramento.45.7 PARA CONSERVAR VOSSA SUCESSÃO. Deus operou através de José para a preservação do povo do concerto, do qual descenderia o Cristo. Note-se que, embora Cristo viesse da linhagem de Judá e não da de José, Deus usou este para preservar a linhagem da qual viria Cristo. José, portanto, foi um antecessor espiritual de Cristo, algo muito mais importante do que ser ancestral físico (Rm 4.12-16).Quarta Êx 12.23 A salvação da família israelita no Egito23 Porque o SENHOR passará para ferir aos egípcios, porém, quando vir o sangue na verga da porta e em ambas as ombreiras, o SENHOR passará aquela porta e não deixará ao destruidor entrar em vossas casas para vos ferir.A refeição da Páscoa assinalava o início da Festa dos Pães Asmos (vv. 6,18), que prenunciava a importância da fé no Cordeiro sacrificial e a obediência a Ele. Os fiéis deviam sinceramente arrepender-se do pecado e viver para Deus, em humilde gratidão.Quinta Js 6.25 A salvação da família de Raabe25 Assim, deu Josué vida à prostituta Raabe, e à família de seu pai, e a tudo quanto tinha; e habitou no meio de Israel até ao dia de hoje, porquanto escondera os mensageiros que Josué tinha enviado a espiar a Jericó.e Salmom gerou de Raabe a Boaz, e Boaz gerou de Rute a Obede, e Obede gerou a Jessé. 6 Jessé gerou ao rei Davi, je o rei Davi gerou a Salomão da que foi mulher de Urias. 7 Salomão gerou a Roboão, e Roboão gerou a Abias, e Abias gerou a Asa, 8 e Asa gerou a Josafá, e Josafá gerou a Jorão, e Jorão gerou a Uzias, 9 e Uzias gerou a Jotão, e Jotão gerou a Acaz, e Acaz gerou a Ezequias. 10 Ezequias gerou a Manassés, me Manassés gerou a Amom, e Amom gerou a Josias, 11 e Josias gerou a Jeconias e a seus irmãos na deportação para a Babilônia. 12 E, depois da deportação para a Babilônia, Jeconias gerou a Salatiel, e Salatiel gerou a Zorobabel,13 e Zorobabel gerou a Abiúde, e Abiúde gerou a Eliaquim, e Eliaquim gerou a Azor, 14 e Azor gerou a Sadoque, e Sadoque gerou a Aquim, e Aquim gerou a Eliúde, 15 e Eliúde gerou a Eleazar, e Eleazar gerou a Matã, e Matã gerou a Jacó, 16 e Jacó gerou a José, marido de Maria, da qual nasceu JESUS, que se chama o Cristo. Da Prostituta Raabe veio a nascer JESUS , o salvador.Sexta Lc 19.1-10 A salvação da família de Zaqueu1 E, tendo Jesus entrado em Jericó, ia passando. 2 E eis que havia ali um homem, chamado Zaqueu; e era este um chefe dos publicanos e era rico.3 E procurava ver quem era Jesus e não podia, por causa da multidão, pois era de pequena estatura. 4 E, correndo adiante, subiu a uma figueira brava para o ver, porque havia de passar por ali. 5 E, quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque, hoje, me convém pousar em tua casa. 6 E, apressando-se, desceu e recebeu-o com júbilo. 7 E, vendo todos isso, murmuravam, dizendo que entrara para ser hóspede de um homem pecador.8 E, levantando-se Zaqueu, disse ao Senhor: Senhor, eis que eu dou aos pobres metade dos meus bens; e, se em alguma coisa tenho defraudado alguém, o restituo quadruplicado. 9 E disse-lhe Jesus: Hoje, veio a salvação a esta casa, pois também este é filho de Abraão. 10 Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.19.1-10 A CONVERSÃO DE ZAQUEU. Esta história revela que Jesus ainda continuava a buscar e salvar os perdidos (v.10), bem poucos dias antes da sua crucificação; foi este o propósito da sua vinda (cf. 15.3-7; Ez 34.16). Zaqueu, um publicano, ou cobrador de impostos, ganhava muito bem a vida, cobrando do povo mais do que devia. Por este motivo, o povo desprezava os publicanos. A solicitude de Jesus por Zaqueu nos impele a levar o evangelho aos repelidos pela sociedade, pois todos os seres humanos estão perdidos e necessitam de Cristo.19.8 DOU AOS POBRES. A confissão genuína do pecado e a verdadeira fé salvífica em Cristo resultarão na transformação da conduta externa da pessoa. Ninguém pode chegar a conhecer a Cristo, aceitar a sua salvação e, ao mesmo tempo, continuar no pecado, ser desonesto e duro de coração para com o próximo.Sábado At 16.31 A salvação da família do carcereiro31 E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.16.30 QUE É NECESSÁRIO QUE EU FAÇA PARA ME SALVAR? Esta é a pergunta mais importante que alguém se pode fazer. A resposta dos apóstolos é: Crê no Senhor Jesus Cristo (v. 31). (1) Crer no Senhor Jesus é achegarmo-nos a Ele como o nosso vivo e divino Redentor, nosso Salvador da condenação eterna e o Senhor da nossa vida. É crer que Ele é o Filho de Deus enviado pelo Pai e que tudo quanto Ele é verdadeiro e final para a nossa vida. É crer que Ele perdoa os nossos pecados, torna-nos seus filhos, dá-nos o Espírito Santo e está sempre presente conosco para nos ajudar, guiar, consolar e nos levar até ao céu. (2) A fé salvífica é muito mais do que crer em verdades a respeito de Cristo. Ela nos aproxima dEle, faz-nos permanecer nEle e entregar-lhe nossa vida conturbada, na confiança de que Ele, sua Palavra e o Espírito Santo nos conduzirão através desta vida à gloriosa presença do Pai.

26 de junho de 2010

25 de junho de 2010



NOVA GERAÇÃO

NOVA GERAÇÃO
O SENHOR JESUSCRISTO TEM BUSCADO OS VERDADEIROS ADORADORES...
MUITOS TEM BUSCADO RESPOSTAS EM MUITAS COISAS DEIXANDO DE LADO
A VERDADEIRA VONTADE DE DEUS...
OQUE FAZ A DIFERENÇA DE UM PARA COM O OUTRO NÃO É IDADE, NEM
CONDIÇÃO FINANCEIRA, NEM COR DE PELE, MAS É A FÉ DE CADA UM,
POSTA EM PRATICA, DIANTE A OBEDIÊNCIA PLENA DAS PALAVRAS DE DEUS.
SEJA DA NOVA GERAÇÃO, GERAÇÃO DE JOSUE E CALEB, QUE LUTARAM
CONTRA A REBELIÃO, CONTRA A INSATISFAÇÃO, CONTRA A MURMURAÇÃO,
CONTRA O ÓDIO, A IMPACIÊNCIA, CONTRA A AUTORIDADE ESPIRITUAL,
CONTRA UM POVO CONTAMINADO PELA REBELIÃO...
SENDO FIRMES NAS SUAS DECISÕES E OPINIÕES,FORAM ATÉ O FIM E
OBTIVERAM VITÓRIA... JS. 1:1...
DEUS ESTA LEVANTANDO UMA NOVA GERAÇÃO DE VENCEDORES DISPOSTOS
A FAZER A DIFERENÇA.
SEJA UM VENCEDOR EM CRISTO JESUS....
DEIXE MARCAS NESTA VIDA E CONQUISTE A COROA DA VITÓRIA...

23 de junho de 2010

As Raízes Satânicas da Música Rok

As Raízes Satânicas da Música Rock
Autor: Donald Phau

Nota: Em todo este artigo, a Dial-the-Truth acrescentou alguns comentários e fez algumas adições.
Hoje, em quase todo concerto de rock "heavy-metal" o público é estimulado a praticar estupros e assassinatos em nome de Satanás. Letras como esta são bem típicas:

"Viemos para tomar seus corpos,
Para estuprar suas almas indefesas,
Para transformá-los em criaturas
Sem misericórdia e frias.
Nós os forçaremos a matarem seus irmãos,
A beberem o sangue e a comerem os miolos,
A retalharem a carne e a chuparem os ossos
Até que todos fiquem insanos.
Somos pestilentos e contaminamos.
As legiões de demônios do mundo prevalecem."
"Demons" [Demônios], de Rigor Mortis
Qualquer pai ficaria horrorizado e chocado ao saber que seus filhos e filhas estão ouvindo uma música dessas. Pode ser que alguns deles pensem consigo mesmos: "Se pudéssemos voltar aos velhos tempos, com a música dos Beatles." As pessoas não imaginam que foi com a aparentemente inocente música dos Beatles, que a maior parte do problema começou.

A música Rock eletrônica moderna, inaugurada no início dos anos 60 é, e sempre foi, um empreendimento conjunto da Inteligência Militar britânica e das seitas satânicas. De um lado, os satanistas controlam os principais grupos de música Rock por meio das drogas, do sexo, das ameaças de violência e até do assassinato. Do outro lado, a publicidade, os tours e as gravações são financiadas por empresas conectadas com os círculos da Inteligência Militar britânica. Ambos os lados estão intimamente interconectados com o maior negócio do mundo - o tráfico internacional de drogas.

As "estrelas do Rock" são na verdade marionetes patéticas presas em um esquema muito maior. No momento em que recebem as primeiras verbas de direitos autorais, os grupos já estão profundamente imersos nas drogas. Por exemplo, "astros" muito admirados, como John Lennon, dos Beatles, e Keith Richards, do The Rolling Stones, eram viciados em heroína. Richards precisou fazer uma transfusão e substituir todo seu sangue contaminado para conseguir passar em um exame e obter seu visto para ir aos Estados Unidos. [Tony Sanchez, Up and Down with the Rolling Stones, pág. 319]

Os "astros do Rock" são também criações totalmente artificiais da mídia. Sua imagem pública, bem como sua música, é fabricada atrás dos bastidores pelos controladores do esquema. Por exemplo, quando os Beatles foram aos EUA pela primeira vez em 1964, foram recebidos no aeroporto por centenas de adolescentes histéricas. A imprensa nacional imediatamente anunciou que a "Beetlemania" tinha conquistado os Estados Unidos. No entanto, os promotores dos Beatles tinham transportado as adolescentes de uma escola de meninas no bairro do Bronx, em Nova York. Elas foram contratadas para recepcionar os Beatles com gritos e delírios.

O dinheiro dos grupos de Rock dos anos 60, que em alguns casos chegava a centenas de milhões de dólares, também estava sob o controle dos promotores conectados com as multidões. De 1963 a 1970, os The Rolling Stones ganharam mais de 200 milhões de dólares, porém os membros do grupo estavam à beira da falência. Nenhum deles tinha a menor idéia do paradeiro do dinheiro.

Entre 1963 e 1964 os Beatles e os Rolling Stones tomaram a cultura ocidental. Essa invasão iniciada a partir da Inglaterra foi bem planejada e executada no momento certo. Os EUA tinham acabado de sofrer com o choque do assassinato do presidente John Kennedy, enquanto que nas ruas o movimento de massa pelos direitos da cidadania tinha feito uma grande passeata na capital Washington, liderada por Martin Luther King, com 500.000 pessoas. A contracultura do Rock seria usada como uma arma para destruir esses movimentos políticos.

Posteriormente, em 1968 e 1969, anos em que ocorreram as greves de estudantes e trabalhadores nos EUA e na Europa, grandes concertos de Rock ao ar livre foram usados para conter o crescente descontentamento da população. Os concertos de Rock foram planejados como um meio de fazer aliciamento em massa para a contracultura saturada das drogas e do sexo sem compromisso. Para os milhões que iam a esses concertos, milhares de comprimidos da droga alucinógena LSD, estavam gratuitamente disponíveis. Essas drogas eram secretamente colocadas em refrigerantes como Coca-Cola, tornando milhares de vítimas incautas em psicóticos selvagens. Muitas dessas vítimas cometeram o suicídio.

Menos de meio século atrás, nossas filhos estudavam violino e piano, aprendendo a música dos grandes compositores eruditos, como Bach, Mozart e Beethoven. Como mostraremos, as mesmas companhias de discos que hoje promovem o Rock "pauleira" satânico executaram operações secretas para destruir a herança musical dos grandes compositores clássicos.

Nos últimos trinta anos, a civilização ocidental esteve sob a mira de um plano deliberado de guerra cultural, com o propósito de eliminar a herança cultural judaico-cristã. O sucesso desse plano precisa ser impedido. Para que o leitor possa combater melhor esse mal, voltaremos em mais de trinta anos no tempo, quando aqueles quatro rapazes ingleses inocentes de Liverpool, os Beatles, estavam começando.

A Criação dos Beatles
Os Beatles começaram a se apresentar no fim dos anos 50 em clubes de jazz na Inglaterra e na Alemanha Ocidental. Esses clubes, sempre localizados nas partes mais degradadas das cidades, serviam como pontos de prostituição e de circulação de drogas. Phillip Norman, biógrafo dos Beatles, escreve: "O único compromisso regular que eles tinham eram em um clube onde havia dançarinas seminuas. O dono do clube pagava dez shillings a cada um deles para tocar seus violões enquanto uma dançarina chamada Janice tirava lentamente suas roupas diante de um público formado por marinheiros, alguns executivos e habitués envergonhados que deixavam suas capas de frio no colo." [Phillip Norman, Shou! The Beatles in Their Generation, pág. 81]

Os Beatles tiveram seu primeiro sucesso na Alemanha, em agosto de 1960, quando fizeram uma apresentação em um clube de jazz no famoso bairro Reeperbahn, em Hamburgo. Descrevendo a área, Norman diz que ela tinha "janelas iluminadas com luz vermelha, onde prostitutas com todos os tipos de roupas extravagantes, de todas as idades, de ninfetas a velhotas... Tudo era livre; tudo era fácil; o sexo era fácil... ele vinha até você." [Phillip Norman, ibidem, pág. 91]

Longe da figura de inocência, os Beatles, mesmo em suas primeiras apresentações, estavam sempre sob o efeito de uma droga chamada Preludin. "John Lennon soltava espuma pela boca, pois tinha tomado muitos comprimidos... ele começou a ter um comportamento estranho no palco, dando saltos e deitando-se no chão... O fato de o público alemão não conseguir entender nada do que ele cantava, fazia John Lennon gritar 'Seig Heil!' e 'seus nazistas f****', ao que o público invariavelmente respondia rindo ou batendo palmas." [Phillip Normal, ibidem, págs. 152, 91]

Fora dos palcos, os Beatles também eram perversos. Norman continua: "Durante o tempo em que passaram em Hamburgo, todos os domingos, John Lennon ficava em um lugar alto, zombando das pessoas que se dirigiam à igreja de São José. Ele amarrou um preservativo cheio de água em uma imagem de escultura de Jesus Cristo e fixou-a à vista das pessoas que iam à igreja. Certa vez ele urinou sobre a cabeça de três freiras que caminhavam na rua embaixo." [Norman, ibidem pág. 152]

Enquanto estavam em Hamburgo, em 1962, os Beatles receberam um telegrama de seu empresário, um indivíduo homossexual chamado Brian Epstein, que estava na Inglaterra. "Parabéns. A EMI quer fazer uma sessão de gravação com vocês", dizia a mensagem. A EMI era uma das maiores gravadoras da Europa e seu papel na promoção dos Beatles seria fundamental no futuro.

Sob a rigorosa supervisão de George Martin, o diretor de gravação da EMI, e de Brian Epstein, os Beatles foram banhados, escovados, vestidos, e seus cabelos estilizados no "corte dos Beatles". O diretor da EMI, George Martin, foi quem criou os Beatles em seu estúdio de gravação.

Martin era um músico de formação clássica, e tinha estudado oboé e piano na Escola de Música de Londres. Os Beatles não sabiam ler partitura nem tocar nenhum outro instrumento, exceto o violão. Para Martin, a musicalidade dos Beatles era uma piada de mau gosto. Na primeira gravação deles, "Love Me Do", Martin substituiu Ringo na bateria por um músico contratado pelo estúdio, pois achava que Ringo "não tinha capacidade nem para tocar tambor na selva". Daquele momento em diante, Martin transformaria as músicas simples e pobres dos Beatles em grandes sucessos de gravação.

Lockwood e a EMI
A EMI [Electrical and Mechanical Instruments], presidida pelo aristocrata Sir Joseph Lockwood, é uma das principais fabricantes de eletrônica militar da Grã-Bretanha. Martin era diretor da subsidiária da EMI, a Parlophone. Em meados dos anos 60, agora chamada Thorn EMI, criou uma divisão de música que tinha crescido para 73.321 funcionários e tinha vendas anuais de mais de 3 bilhões de dólares.

A EMI era também um membro fundamental no círculo da Inteligência Militar britânica.

Após o fim da guerra, em 1945, a produção européia da EMI, presidida por Walter Legge, virtualmente dominou as gravações de música clássica, firmando contratos com dezenas de músicos clássicos e cantores líricos alemães, que naquela época estavam passando fome. Os músicos que procuravam preservar a tradição das apresentações da música de Beethoven e de Brahms eram relegados ao esquecimento enquanto que os ex-membros do Partido Nazista foram promovidos. Legge assinou um contrato de gravações com o Herbert Von Karajan, promovendo-o ao status de astro, enquanto grandes maestros, como Wilhelm Furtwangler foram ignorados.

Desde o início, a EMI criou o mito da grande popularidade dos Beatles. Em agosto de 1963, na primeira importante apresentação que fizeram na televisão, no London Palladium, milhares de fãs supostamente compareceram. No dia seguinte, todo jornal de grande circulação na Grã-Bretanha tinha uma chamada na primeira página com uma foto dizendo: "A Polícia esforça-se para conter a agitação de 1.000 adolescentes." No entanto, a foto exibida nos jornais foi recortada e somente três ou quatro das 'adolescentes agitadas' apareciam. A história era uma fraude. De acordo com um fotógrafo que estava no local, "Não houve agitação alguma. Eu estava lá e vi. Eram oito garotas, talvez menos." [Norman, ibidem, pág. 188]

Em fevereiro de 1964, os mito dos Beatles chegou aos EUA, completo com a histeria orquestrada no aeroporto Kennedy de Nova York, mencionada anteriormente. Para iniciar o primeiro tour, a mídia criou uma das maiores audiências de massa na história. Por dois domingos consecutivos, um fato até então inédito, no programa Ed Sullivan Show, mais de 75 milhões de americanos assistiram os Beatles balançando suas cabeças e corpos em um ritual que logo seria imitado por centenas de outros grupos de Rock.

Ao retornarem para a Inglaterra, os Beatles foram recompensados pela aristocracia britânica, à qual serviam tão bem. Em outubro de 1965, os quatro foram agraciados com a Ordem da Cavalaria, e receberam da Rainha Elizabeth II a distinção de Membros do Império Britânico no Palácio de Buckingham.

Saindo do Pó: Os Rolling Stones

O crédito pela origem do Rock claramente satânico dos grupos "heavy metal" atuais pode ser atribuído ao grupo inglês The Rolling Stones. A ascensão deles à fama estava conectada com a dos Beatles.

Os Stones, como são chamados, eram abertamente caracterizados como contrapeso dos Beatles. Os Stones eram 'egoístas', 'sujos' e 'rebeldes', enquanto que os Beatles tinham (inicialmente) o aspecto de serem bem comportados. Embora aparentemente fossem concorrentes, na verdade eram simplesmente dois lados da mesma operação. A primeira gravação de sucesso dos Stones foi na verdade composta pelos Beatles, e foi George Harrison quem cuidou de todos os detalhes para o primeiro contrato de gravação dos Stones.

Seguindo o mesmo plano de jogo que os Beatles, na primavera de 1963, os Rolling Stones apareceram em um dos programas familiares mais populares na televisão inglesa, Thank You Lucky Stars [Obrigado, Estrelas da Sorte]. Desta vez, porém, a reação dos telespectadores de meia-idade foi bem diferente da que os Beatles provocaram. Centenas de cartas furiosas foram enviadas à emissora. Uma carta típica dizia assim: "É uma desgraça que rapazes grosseiros e de cabelos compridos como esses possam aparecer na televisão. A aparência deles é repulsiva."

No entanto, o programa teve exatamente o efeito planejado. O empresário dos Rolling Stones, Andrew Oldham, ficou entusiasmado com a resposta do público. "Vamos fazer de vocês exatamente o oposto daqueles limpos e engomados Beatles. Quanto mais os pais detestarem vocês, mais os filhos os amarão. Apenas esperem e vejam." [Tony Sanchez, ibidem, pág. 17]

Em 1964, os Rolling Stones apareceram no programa Ed Sullivan Show, exatamente como os Beatles tinham feito anteriormente. Desta vez, porém, a audiência de todo o país viu o estúdio de televisão ser colocado abaixo pelos fãs dos Stones. Após o incidente, Sullivan disse no ar: "Prometo uma coisa a vocês, eles nunca mais voltarão a este programa". A publicidade, porém, foi exatamente a desejada. Dentro de alguns meses, os discos do grupo estavam vendendo milhões de cópias.

O plano era agora usar os Beatles e os Rolling Stones como os meios de transformar toda uma geração em seguidores pagãos da Nova Era, seguidores que poderiam ser moldados na futura liderança de um movimento satânico e depois ocupar nossas escolas, a Justiça, a Polícia e a liderança política.

Satanás Entra em Cena

Em seu livro, The Ultimate Evil, o investigador e autor Maury Terry escreve que, entre 1966 e 1967, a seita satânica The Process Church (Igreja do Processo), "procurou aliciar os Rolling Stones e os Beatles". Durante esse período, Terry informa que uma foto da namorada de Mick Jagger, o líder da banda The Rolling Stones, Marianne Faithfull, apareceu em uma edição da revista publicada pela seita, The Process Magazine. Na foto ela aparecia deitada de frente e segurando uma rosa, como se estivesse morta. O livro de Terry implica a seita Igreja do Processo nos múltiplos assassinatos perpetrados por Charles Manson e o Filho de Sam. Foi o ex-advogado da Igreja do Processo, John Markham, quem recentemente moveu a acusação contra Lyndon LaRouche.

Um elo-chave entre os Rolling Stones e a Igreja do Processo foi Kenneth Anger, um seguidor do "pai fundador" do satanismo moderno, Aleister Crowley. Anger, que nasceu em 1930 e foi um ator-mirim em Hollywood na infância, tornou-se um discípulo devoto de Crowley.

Crowley nasceu em 1875 e era chamado de "A Grande Besta". Sabe-se que, em seu papel de sumo sacerdote, ou "mago" de Satanás, ele praticava o sacrifício ritual de crianças regularmente. Crowley morreu em 1947 devido às complicações causadas pela dependência à heroína. Antes de morrer, estabeleceu conciliábulos satânicos em muitas cidades norte-americanas, incluindo Hollywood. Anger, como Crowley, é um mago, e parece ser o herdeiro dele.

Anger tinha dezessete anos quando Crowley morreu. Naquele mesmo ano, 1947, Anger já estava produzindo e dirigindo filmes que, mesmo para os padrões de hoje, são cheios de pura perversidade.

Durante 1966-67, quando segundo se sabe, a Igreja do Processo estava aliciando em Londres, Anger também estava em cena. O autor Tony Sanchez descreve que Mick Jagger e Keith Richards, da banda The Rolling Stones, e suas namoradas Marianne Faithfull e Anita Pallenburg, "ouviam encantados Anger apresentar-lhes os poderes e as idéias de Aleister Crowley." [Tony Sanchez, ibidem, pág. 155]

Enquanto esteve na Inglaterra, Anger trabalhou em um filme dedicado a Aleister Crowley, chamado Lucifer Rising ('A Revolta de Lúcifer', ou 'A Ascensão de Lúcifer'). O filme juntava a Igreja do Processo, a seita 'A Família', de Manson, e os Rolling Stones. A música para o filme foi composta por Mick Jagger. Marianne Faithfull, seguidora da Igreja do Processo viajou até o Egito somente para participar na filmagem das cenas de uma Missa Negra. O papel de Lúcifer foi representado por um guitarrista de um grupo de Rock da Califórnia, Bobby Beausoleil. Ele era membro da seita 'A Família' e amante homossexual de Anger.

Alguns meses após filmar sob a direção de Anger na Inglaterra, Beausoleil retornou à Califórnia para cometer o primeiro de uma série de assassinatos cruéis da Família. Beausoleil mais tarde foi preso e agora está cumprindo pena de prisão perpétua juntamente com Manson. Tendo perdido seu ator mais importante, Anger então pediu a Mick Jagger que representasse o papel de Lúcifer. Ele acabou ficando com Anton LaVey, autor de A Bíblia Satânica e líder da Primeira Igreja de Satanás, para representar o papel. O filme foi lançado em 1969 com o título Invocation to My Demon Brother (Invocação ao Meu Demônio-Irmão).

Em Londres, Anger tinha conseguido aliciar para o satanismo a namorada de um dos Rolling Stones, Anita Pallenberg. Pallenberg tinha conhecido os Stones em 1965. Ela começou imediatamente a manter um relacionamento sexual com três dos cinco membros da banda.

Anger, falando sobre Anita, disse: "Creio que Anita é, por falta de uma palavra melhor, uma feiticeira... A unidade ocultista dentro dos Stones é Keith e Anita... e Brian. Brian também é um feiticeiro."

Um dos amigos do grupo, Tony Sanchez, escreve sobre Pallenberg em seu livro Up and Down with the Rolling Stones: "Ela tinha uma obsessão por magia negra e começou a carregar uma réstia de alho por toda a parte - era para afugentar os vampiros. Ela também tinha um estranho e misterioso misturador para água benta que usava em alguns de seus rituais. As cerimônias dela se tornaram cada vez mais secretas e ela me advertia para nunca interrompê-la quando estivesse trabalhando em um encantamento." [Tony Sanchez, ibidem, pág. 159]

Ele continua: "Em seu quarto, ela tinha um grande baú todo ornado e entalhado do qual tinha tanto ciúmes que assumi que era onde escondia as drogas. Certo dia, quando fiquei sozinho em casa, decidi dar uma olhada no quarto dela. As gavetas estavam cheias de pedaços de ossos, peles enrugadas e pêlo de animais estranhos." [Tony Sanchez, ibidem pág. 159]

Em 1980, o caseiro de dezessete anos da propriedade de Keith Richards na Nova Inglaterra foi encontrado morto. A morte, dada como suicídio, foi com a arma de Pallenberg. A casa de Richards estava localizada próxima da sede na costa leste da Igreja do Processo. De acordo com um artigo no jornal inglês Midnite, um policial de Connecticut, Michael Passaro, que tinha atendido ao caso de "suicídio" informou que "cantos estranhos" tinham sido ouvidos no bosque, a quatrocentos metros da mansão de Richards.

O jornal continua: "Vários rituais satânicos bizarros foram realizados na região nos últimos cinco anos. Um repórter local atribuiu o crescimento do ocultismo 'às pessoas ricas que estão tomando ácido [gíria para LSD]'."

Em 1967, refletindo sua associação com Anger e a Igreja do Processo, os Rolling Stones lançaram seu primeiro álbum de Rock celebrando abertamente o Diabo, chamado Their Satanic Majesties Request (As Majestades Satânicas Deles Pedem). Alguns meses antes, os Beatles tinham lançado seu primeiro álbum dedicado à promoção das drogas psicodélicas, Sargeant Pepper's Lonely Hearts Band Club. O álbum continha uma versão fantasiosa do efeito ("a viagem") do LSD, chamada "Lucy in the Sky with Diamonds", ou L. S. D. O álbum teve uma enorme vendagem.

Claramente, o álbum dos Beatles foi dedicado ao satanista Aleister Crowley. Ele foi lançado 20 anos após a morte de Crowley, perto do dia do seu falecimento e a canção título começava com a letra "Hoje, vinte anos atrás..." A foto de Crowley aparecia na capa do álbum.

Um mês após o lançamento do álbum, os Beatles chocaram o mundo anunciando publicamente que estavam tomando LSD regularmente. Paul McCartney, em uma entrevista à revista Life disse: "O LSD abriu meus olhos. Usamos somente a décima-parte da nossa mente." Eles também defenderam a liberação da maconha.

Agora o gato estava fora da bolsa, não era mais segredo, mas os protestos foram poucos e pequenos. Na Inglaterra, a BBC baniu "A Day in the Life" e, nos EUA, o governador de Maryland, Spiro T. Agnew, que mais tarde se envolveria no escândalo de Watergate, iniciou uma campanha para banir a música "Lucy in the Sky With Diamond".


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Adendo de Dial-the-Truth Ministries

A Música Rock e Aleister Crowley

Aleister Crowley é, sem sombra de dúvida, o principal "mestre" espiritual da música Rock. O propósito de Crowley na vida era destruir Jesus Cristo e o cristianismo, ao mesmo tempo em que exaltava as perversões sexuais, as drogas, a magia e Satanás.

Aleister Crowley expressa seu ódio a Jesus Cristo em The World´s Tragedy (A Tragédia do Mundo):

"Não quero discutir as doutrinas de Jesus, elas e somente elas, degradaram o mundo à sua condição atual. Considero o cristianismo não somente a causa, mas também o sintoma da escravidão." [Aleister Crowley, The World´s Tragedy, pág. XXXIX]

"Essa religião que eles chamam de cristianismo; o diabo que eles honram chamam de Deus. Aceito essas definições, como um poeta faria, para ser inteligível à sua época, e é o Deus e a religião deles que EU ODEIO E VOU DESTRUIR." [Aleister Crowley, ibidem, pág. XXXI]

Na introdução de The World´s Tragedy, Israel Regardie diz:

"Esse longo e quase épico poema é uma das mais amargas e cruéis diatribes ao cristianismo que eu já li."

O ensino mais famoso de Crowley, "Faça o que quiser, isso há de ser toda a lei" tornou-se o mantra da revolução das drogas, perversões sexuais e todo o anticristianismo dos anos 60. "Faça tudo o que você quiser. Se for bom e der prazer, então faça".


Os Beatles e Crowley

De acordo com o The All Music Guide, o álbum Sargeant Pepper, dos Beatles, "será para sempre conhecido como a gravação que mudou o Rock & Roll. A revista Time disse: "Sargeant Pepper estava encharcado de drogas." [Time, 26/9/1967, pág. 62]

A capa do álbum mostrava os Beatles com um fundo formado por pessoas que, de acordo com Ringo Starr "de quem gostamos e que admiramos" [Hit Parade, outubro/1976, pág. 14] Paul McCartney falou sobre a capa do álbum: "... íamos ter as fotos dos nossos heróis na parede..." [Musician, Edição Especial para Colecionadores, Beatles e The Rolling Stones, 1988, pág. 12]

Um dos heróis dos Beatles incluído na capa do álbum Sargeant Pepper, era o infame Aleister Crowley! A maior parte das pessoas em 1967 não sabia quem era Crowley - mas os Beatles certamente sabiam.

Capa do álbum "Sargeant Pepper", dos Beatles.

"... íamos ter as fotos dos nossos heróis na parede..."

O "herói" Aleister Crowley é o segundo a partir da esquerda na linha de cima.

Aparentemente, os Beatles encaravam os ensinos de Crowley com muita seriedade - John Lennon, em uma entrevista, disse que "toda a idéia dos Beatles" era o famoso ensino 'Faça o que você quiser', de Crowley.

"Toda a idéia dos Beatles era faça tudo o que você quiser, certo? Assumir suas próprias responsabilidades, fazer o que quiser e tentar não prejudicar as outras pessoas, certo? FAÇA O QUE QUISER, desde que não fira ninguém... [Entrevista da revista Playboy com John Lennon e Yoko Ono, David Sheff & G. Barry Golson, pág. 61]

"Eles são totalmente anticristãos! Eu também sou anticristão, mas eles são tão anticristãos que me deixam chocados, o que não é uma coisa fácil." - Derek Taylor, Assessor de Imprensa dos Beatles [Saturday Evening Post, 8/8/1964]

"Jesus El Pifico, um covarde fedorento, fascista, bastardo, comedor de alho." [John Lennon, A Spaniard in the Works, pág. 14]

"O cristianismo vai acabar, vai diminuir e desaparecer totalmente. Não preciso discutir esse fato. Estou certo e o tempo vai provar isso... Neste momento, somos mais famosos que Jesus." [John Lennon, San Francisco Chronicle, 13/abril/1966, pág. 26]


LED ZEPPELIN

Um dos discípulos mais devotos de Crowley foi o guitarrista do Led Zeppelin, Jimmy Page. Page comprou a "casa dos horrores" de Crowley - Boleskine, situada no Lago Ness, na Escócia. Boleskine era a casa onde Crowley realizava sua "magia satânica", incluindo sacrifícios de sangue. Crowley foi enterrado dentro de um câmara escura em Boleskine. O ensino mais famoso de Crowley era "Faça o que quiser, isso será toda a lei". Page inscreveu no vinil no terceiro álbum da banda, Led Zeppelin III, "Faça o que quiser. Assim seja." Sem que as pessoas que assistiam aos seus concertos soubessem, Jimmy Page realizava rituais aprendidos de Crowley durante algumas apresentações da banda Led Zeppelin.


OZZY OSBOURNE

Ozzy Osbourne chamou Crowley de "fenômeno da sua época" [Circus, 26/8/1980] Ele gravou uma música em tributo a Crowley - Mister Crowley. A letra diz:

Você enganou a todos com a magia
Você aguardou o chamado de Satanás...
Crowley, não quer montar no meu cavalo branco?

Ozzy, conhecido por seus atos violentos e incontroláveis quando está no palco, confessou em uma entrevista:

"Realmente gostaria de saber por que fiz algumas coisas nestes anos. Não sei se sou um médium para alguma força de fora. Seja lá o que for, francamente, espero que não seja o que penso que é: Satanás." [Hit Parade, fevereiro de 1978, pág. 24]


THE DOORS

Jim Morrison, o superastro do grupo The Doors, que morreu "misteriosamente" em 3/julho/1971 estava profundamente imerso no ocultismo. Ele e sua noiva se casaram em uma cerimônia na religião Wicca, de pé sobre um pentagrama desenhado no chão e bebendo um o sangue do outro.

A capa de trás do álbum do The Doors, "13" mostra o grupo reunido em volta de um busto de Aleister Crowley.

Morrison admitia que Satanás era a fonte de sua música:

"Encontrei o Espírito da Música... Uma aparição do diabo em um canal de Veneza. Correndo, eu vi um Satã ou um Sátiro, movendo-se ao meu lado, uma sombra em carne da minha mente secreta..." [The Lost Writings de Jim Morrison, págs. 36-38]

Ray Manaxrek do The Doors, fala sobre Morrison:

"Ele não era um ator; não era um apresentador; não era um comediante. Era um xamã. Ele era possesso."

"Enquanto Jim Morrison estava no Chateau Marmont, passou algumas noites muito doidas com uma vizinha obesa e de seios grandes... certa vez acordando com os lençóis manchados de sangue, após terem dividido taças de champanhe contendo o sangue um do outro." [Pamela Des Barres, Rock Bottom, pág. 208]

Muitos outros artistas da cena do Rock "estudaram" Crowley, como: Marc Bolan, David Bowie, Graham Bond, Sting, Daryl Hall, King Diamond, Bruce Dickinson, Siv Bators, etc.


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Criando a Contracultura

O ano de 1967 marcou uma escalada marcante em uma guerra cultural aberta contra a juventude norte-americana. O ano viu o início dos concertos de Rock ao ar livre, que atraiam milhares de pessoas. Nos dois anos que se seguiram, mais de 4 milhões de jovens assistiram a uma série de aproximadamente doze desses "festivais", tornando-se vítimas de uma experiência planejada da livre distribuição de drogas em larga escala. Drogas alucinógenas que causam danos ao cérebro, como PCP, STP e o LSD promovido pelos Beatles, eram livremente distribuídos nesses concertos. Esses milhões de jovens voltariam depois para suas casas para se tornarem os mensageiros e promotores da nova cultura das drogas, que veio a ser chamada de "Nova Era".

O primeiro festival de Rock, "O Primeiro Festival Pop Anual Internacional de Monterey" teve a presença de 100.000 jovens. O propósito real do Festival Pop de Monterey era a distribuição em larga escala de um novo tipo de droga, classificada como psicodélica, ou alucinógena, como o LSD. Em Monterey, milhares de adolescentes tiveram seu primeiro contato com as novas drogas alucinógenas. A primeira experiência com LSD foi iniciada nos primeiros anos da década de 60, na seção Haight-Ashbury de San Francisco. O projeto era administrado por uma força-tarefa da CIA-Inteligência Britânica sob o codinome MK-Ultra. Parte do projeto previa a distribuição grátis de 5.000 comprimidos de LSD por meio de uma comunidade conhecida como Merry Panksters (Os Traquinas Felizes), de Ken Kesey. Os efeitos posteriores do LSD seriam então cuidadosamente estudados.


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Adendo de Dial-the-Truth

"A propósito, sempre precisamos lembrar de agradecer à CIA e ao Exército pelo LSD. Isso é o que as pessoas esquecem..." [Entrevista da revista Playboy com John Lennon e Yoko Ono, pág. 123]


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Kesey, chamado de "Poeta" e condenado por tráfico de drogas, tornou-se famoso por dirigir pela Califórnia em um ônibus todo pintado com sua comuna, os Merry Praksters (Os Traquinas Felizes), distribuindo a bebida Kool Aid misturada com LSD para os incautos.

O efeito do LSD é tornar a vítima psicótica, juntamente com a incapacidade de discernir a realidade das alucinações induzidas pela droga. Para muitas pessoas, essa psicose (também chamada de "viagem ruim") podia levar ao suicídio e isso realmente aconteceu com muitas pessoas. Quando um indivíduo recebe LSD sem saber, as capacidades produtoras de psicose da droga são amplificadas, e normalmente causam dano cerebral irreversível na vítima.

O organizador do Festival de Monterey foi John Phillips, membro do grupo de Rock The Mammas and the Pappas. Phillips, como veremos, era um promotor do uso de drogas e estava ligado à rede de satanistas em torno de Charles Manson e do diretor de cinema Roman Polanski.

Phillips constituiu uma junta de diretores para promover e financiar o concerto. Os membros da junta formaram uma rede de agentes da Inteligência britânica e satanistas. A junta de diretores incluia Andrew Oldham (o empresário dos Rolling Stones), o líder dos Stones, Mick Jagger, o Beatle Paul McCartney e o amigo de Phillips, o produtor de discos Terry Melcher, o filho da atriz Doris Day.

O concerto, incluindo o cenário e a enorme e inovadora amplificação ao ar livre, foi dirigido por Phillips. Foi a primeira vez que uma audiência norte-americana foi exposta a esses grupos britânicos abertamente demoníacos, como The Who e Jimi Hendrix. Na conclusão da sua apresentação, a banda The Who, em um furor provocado pelas drogas, destruiu todas as guitarras, amplificadores e as baterias. Jimi Hendrix simulava masturbação com sua guitarra no palco, ao mesmo tempo em que tocava em um volume ensurdecedor.

Ocorreu um uso maciço e aberto das drogas. O autor Robert Santelli, em seu livro Aquarius Rising [A Ascensão de Aquário], escreveu: "Havia LSD em abundância em Monterey. Comprimidos de 'Monterey Purple' eram literalmente entregues a qualquer pessoa que quisesse experimentar um pouco." A Polícia não realizou nenhuma prisão, definindo outro precedente para os futuros concertos ao ar livre.

Havia um esquema muito maior em operação. O esquema estava ligado ao projeto MK-Ultra e envolvia o uso de satanistas ao redor de Phillips, juntamente com agentes como Ken Kesey e Timothy Leary. O plano era transformar as proximidades de San Francisco em uma área reservada para o satanismo, o aliciamento em massa e a perversão dos jovens e rebeldes adolescentes.

Phillips tinha anteriormente escrito a música para uma canção chamada 'San Francisco', que vendeu mais de 5 milhões de cópias. A canção convocava todos os jovens do país a virem para San Francisco 'com flores nos cabelos'. Foi o brado de ajuntamento para os dezenas de milhares que foram a San Francisco no verão de 1968 para participarem no novo movimento "hippie", chamado de Verão do Amor. Alguns dos que foram tornaram-se presa para tipos como Charles Manson, que aliciava os membros da sua seita "A Família" exclusivamente entre jovens rebeldes e fugidos de casa.


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Adendo de Dial-The-Truth
Timothy Leary e Aliester Crowley

Timothy Leary, um psicólogo de Harvard, que foi o "guru" do LSD dos anos 60, pregava que a "iluminação" espiritual poderia ser obtida por meio do LSD. Muitos roqueiros, como os Beatles, foram profundamente influenciados por Leary. A canção dos Beatles "Come Together" foi dedicada a Leary e ele chegou a cantar como voz de fundo na música "Give Peace a Chance" [Dê uma Chance à Paz], de John Lennon.

Leary também era um discípulo de Crowley. No programa PBS Late Night America, Leary admitiu ser um "admirador" de Crowley e acreditava que estava dando continuidade à sua obra:

"Bem, sou um admirador de Aleister Crowley. Acho que estou realizando muito da obra que ele iniciou mais de cem anos atrás, e acho que os próprios anos 60... Ele achava que todos deviam se conhecer a si mesmos e acreditava em "Faça o que quiser, isso há de ser toda a lei" com amor. Essa frase é muito poderosa. É uma pena que ele não esteja vivo para apreciar as glórias daquilo que iniciou."

(PBS Late Night America, do vídeo "Hells Bells", Reel to Real Ministries).


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Manson e os Astros do Rock

Charles Manson foi bem retratado como um psicótico solitário que tinha poder hipnótico sobre sua "Família". Na realidade, Manson era bem conhecido de um rede inteira de atores e atrizes de Hollywood, promotores de eventos, parceiros e astros da música Rock, e fornecia sexo e drogas a muitos deles.

Em sua autobiografia, Pappa John, Phillips fala sobre um convite que recebeu para ir com Terry Melcher à mansão de Dennis Wilson, integrante do grupo Beach Boys. Wilson dizia: "Charlie está aqui com todas as gatinhas. Ele toca guitarra e é realmente muito doido. Ele controla todas essas gatinhas lindas como se fossem suas escravas. Você pode vir e comer qualquer uma delas. É uma ótima festa."

Toda a "Família" de Manson mudou-se para a mansão dos Beach Boys por quase um ano. Os Beach Boys, que apresentaram-se até na Casa Branca, são o grupo de maior vendagem da Capitol Records, uma subsidiária da EMI.

No domingo de 10 de agosto de 1969, Manson enviou quatro membros de sua seita para a última visita deles à casa de Melcher. Dessa vez, Melcher não estava lá, mas a atriz Sharon Tate, mulher do diretor Roman Polanski, e três outras pessoas, estavam. Quando o grupo saiu, ela e os outros tinham sido mutilados e assassinados com selvageria. Quanto a Phillips, em junho de 1980, ele foi preso por estar gerenciando uma grande operação de tráfico de drogas.


A Era de Aquário

O maior concerto após o de Monterey, a "Feira de Arte e de Música de Woodstock", seria aquilo que a revista Time celebrou como um "Festival de Aquário" e "o maior acontecimento da história". O termo "Aquário" foi escolhido com cuidado. A Era de Aquário significava que a "Era de Peixes", que é a era cristã, tinha chegado ao fim.

Em Woodstock, uma pequena localidade no Estado de Nova York, quase quinhentos mil jovens reuniram-se em uma fazenda para serem drogados e receberem lavagem cerebral. As vítimas ficaram isoladas, imersas na imundície, recebendo drogas psicodélicas, e mantidas acordadas continuamente por três dias seguidos, e tudo com a cumplicidade do FBI e de membros do governo. A segurança para o concerto foi fornecida por uma comunidade hippie treinada na distribuição em massa de LSD.

Novamente, foi a rede da inteligência militar britânica que iniciou tudo. Woodstock foi uma criação de Artie Kornfeld, o diretor da Divisão de Projetos Contemporâneos da Capital Records, a gravadora subsidiária da EMI. Os recursos financeiros originais foram fornecidos pelo herdeiro de uma grande companhia farmacêutica estabelecida na Pensilvânia, John Roberts, e dois outros sócios. Foi outra companhia farmacêutica, o laboratório suiço Sandoz, que primeiro sintetizou o LSD. Mais tarde, Roberts seria acusado de usar sua companhia para viciar a massa dos participantes do festival nas drogas.

Poucos preparativos adequados foram feitos para receber as quase quinhentas mil pessoas que compareceram. Joel Rosenman, um dos três sócios, escreveu pouco antes do ínicio do festival: "Os alimentos e a água claramente não seriam suficientes, as instalações sanitárias estavam subdimensionadas, os controles seriam poucos, e as drogas superabundantes. Pior de tudo, não haveria meio de alguém sair dali, mesmo se quisesse." Na verdade, fazer as pessoas sentarem-se ao lado do seu próprio excremento era parte do plano.

Uma comunidade hippie chamada The Hog Farm [Granja de Porcos], teve um papel especial em Woodstock. Essa comunidade era liderada por um homem apelidado de Wavy Graver, que era um antigo membro da operação MK-Ultra de Ken Kesey, os Merry Pranksters [Traquinas Felizes]. Comunidades como The Hog Farm eram comumente encontradas em partes remotas da Califórnia e serviam como terreno para a criação de seitas satânicas, bem como para grupos terroristas. Os membros dessas comunidades comunicavam-se continuamente com outras comunidades e eram o terreno de aliciamento para a Igreja do Processo e para a "Família", de Charles Manson. Diane Lake, da The Hog Farm, também era membro da Família quando houve o massacre de Sharon Tate e dos outros convidados.

Em 14 de agosto, um dia antes da abertura, toda a força de segurança do festival, formada por 350 policiais de Nova York que estavam em folga, caiu fora. O porta-voz da Polícia declarou que nenhuma solicitação formal tinha sido feita com a cidade, uma declaração que os promotores negaram com veemência. No dia seguinte, em um artigo publicado no jornal The New York Times, o chefe da segurança em Woodstock dizia: "Agora não temos nenhuma segurança. Estou paralisado. Estamos com o maior ajuntamento de jovens na história deste país e sem contar com nenhuma proteção da Polícia." Sem qualquer surpresa, a comunidade The Hog Farm foi colocada a cargo da segurança.

O patrocinador e diretor de Woodstock, John Roberts, admitiu abertamente que conhecia a conexão de The Hog Farm com a distribuição de drogas. Ele escreve: "O pagamento que eles cobraram foi simplesmente o transporte ida e volta para o festival... uma força para manter a paz que parecia, falava e cheirava como a multidão teria uma alta credibilidade e seria muito eficiente... e o mais importante, eles eram espertos no assunto das drogas, conhecendo o ácido bom do ruim, as boas viagens das más, o bom medicamento do veneno, etc."

Naquele tempo, a comunidade The Hog Farm estava vivendo nas montanhas do Novo México. Roberts fretou um avião Boeing 727, por US$ 17.000 e trouxe 100 membros para Nova York.

Para limpar o caminho final para a planejada distribuição de drogas para meio milhão de jovens, o promotor público do distrito concordou privadamente que não seriam feitas prisões ou aberturas de inquéritos por desrespeito à Lei dos Entorpecentes. John Roberts escreve: "O promotor do distrito... logo reconheceu que muitos dos nossos clientes estariam usando drogas ilícitas, mas também que esse seria o menor dos nossos problemas durante o fim de semana. Assim, ele atuou com compreensão e com boa graça o tempo todo." Roberts também escreve que estava se reunindo continuamente com o FBI até e inclusive no dia anterior ao início do concerto, e que tinha a total cooperação deles.


Começa a Experiência

Dois dias antes da data prevista para o concerto, 50.000 jovens já tinham chegado a Woodstock. As drogas começaram a circular imediatamente. Muitas pessoas levaram seus bebês e, como diz Roberts, até eles recebiam entorpecentes. Roberts escreve que em um lago próximo dali, "os pequenos nadavam nus, fumavam maconha e entravam no ritmo da música".

Uma pesquisa realizada pelo The New York Times no festival constatou que 99% das pessoas estavam fumando maconha. Os enviados do xerife local, totalmente sobrepujados, informaram que não fizeram nenhuma prisão por causa do uso dos entorpecentes. O jornal do dia 17 de agosto citou um policial que disse: "Se fôssemos prender, não haveria espaço suficiente no nosso condado nem nos três condados vizinhos para colocar todo mundo."

O uso da maconha não era o pior. Seguindo a idéia do projeto MK-Ultra original, a distribuição em massa do LSD viria em seguida, muito dele misturado com Coca Cola, como o Pranksters, de Kesey tinha feito cinco anos antes. Roberts relata jocosamente o seguinte: "Um policial particularmente nervoso... recebeu uma Coca-Cola misturada com LSD enquanto estava orientando o trânsito. Muito tempo depois de a circulação dos veículos parar totalmente em um engarrafamento, o guarda ainda fazia sinais para eles. Finalmente, decidiram levá-lo embora."

Nos próximos três dias, os quase quinhentos mil jovens que compareceram ficaram sujeitos continuamente às drogas e à música Rock. Devido às chuvas torrenciais, eles ficavam encharcados de lama. Não existiam abrigos, nem forma de sair. Os carros estavam estacionados a uma distância de mais de 13 km. Rosenman escreve que a chave para a "experiência de Woodstock" foi "manter os músicos tocando vinte e quatro horas por dia... para manter os jovens transfixados..."

Dentro das primeiras 24 horas, mais de 300 jovens precisaram receber cuidados médicos, violentamente enfermos. O diagnóstico: estavam tendo "viagens" ruins com o LSD. Milhares de outros casos aconteceram em seguida. Em 17 de agosto, o The New York Times informou: "Na noite de hoje, um locutor do festival advertiu do palco, que 'ácido com defeito de fabricação' estava em circulação. Ele disse: 'Vocês não estão recebendo veneno. O ácido não é veneno. Simplesmente veio com um defeito de fabricação. Vocês não vão morrer... Não pensem que foram envenenados. Se você estiver preocupado, tome apenas meio comprimido.'"

O conselho, para quase 500.000 pessoas, "Tome apenas meio comprimido" foi dado por ninguém menos que Wavy Gravy, o agente do MK-Ultra.

Com um número crescente de ocorrências médicas para atender, foi feita uma solicitação à prefeitura de Nova York para que enviasse profissionais da saúde treinados em emergências médicas. Mais de 50 médicos e enfermeiros foram transportados de avião. Até o final de Woodstock, o número total de ocorrências médicas chegou a 5.000.


Altamont: A Criação de um Filme com Morte Real

O último grande festival de Rock dos anos 60 aconteceu no circuito de corrida de carros em Altamont, fora de San Francisco. Os músicos em destaque eram os Rolling Stones, que agora reinavam supremos no mundo do Rock, pois os Beatles tinham se separado. A sugestão para o concerto veio de Ken Kesey, agente do MK-Ultra.

Desta vez, a audiência foi levada ao frenesi, em louvor aberto ao Diabo. O resultado foi uma literal orgia satânica. No final, quatro pessoas estavam mortas e dezenas surradas e feridas. Mick Jagger, o vocalista que era líder dos Rolling Stones, representava o papel de Lúcifer. A apresentação marcou o início dos concertos de "heavy-metal" de hoje.

Mais de 400.000 pessoas estiveram em Altamont que teve menos preparação ainda que Woodstock. Faltou comida e até água. No entanto, podia-se encontrar muita droga. Como em Woodstock, o concerto se tornaria o veículo para a utilização em massa das drogas, especialmente o LSD. O autor Tony Sanchez descreve a cena à medida que as pessoas chegavam a Altamont:

"Por volta das dez da manhã mais de 250.000 pessoas já estavam por ali, e as coisas estavam ficando caóticas. Havia muito ácido ruim (LSD-DP) em circulação e, por toda a parte, as pessoas estavam ansiosas. Todos estavam entrando sob o efeito de drogas, aguardando as horas que faltavam para o início - erva mexicana, vinho californiano barato, anfetaminas..." [Tony Sanchez, ibidem, pág. 195]

"Por volta do meio-dia, todos estavam tendo suas 'viagens'... Um homem quase morreu quando tentou voar saltando de uma ponte - outro caso de alucinação provocada pelo ácido. Na outra ponta um rapaz gritava pedindo ajuda por ter caído nas águas profundas de um canal de drenagem. As pessoas, sob o efeito das drogas, somente olhavam ele afundar, sem distingüir se a cena era real ou mais uma alucinação. De qualquer forma, não importava mais, ele já estava morto. Por toda a parte, os médicos estavam atarefados realizando partos em mulheres jovens que davam à luz bebês prematuros." [Tony Sanchez, ibidem, pág. 195]

A descida ao Inferno continuaria. Os Rolling Stones tinham contratado, segundo se informou, por 500 dólares, a gangue de motociclistas Hell's Angels [Anjos do Inferno] para atuar como guardas de segurança para o concerto. No entanto, o pagamento real deles seria a receita obtida com a venda de drogas. Os Anjos do Inferno, uma gangue formada por ladrões, estupradores e assassinos, eram os controladores e fornecedores conhecidos de drogas em toda a costa oeste americana.

Quando o festival foi aberto, a multidão de quase meio milhão de pessoas esperou por mais de uma hora e meia até que os Stones aparecessem. Somente com o cair da noite, que permitia o uso de efeitos luminosos especiais, é que eles subiram ao palco. Mick Jagger, o vocalista, estava vestido com uma capa de cetim, que ficava vermelha sob as luzes. Ele estava imitando Lúcifer.

O autor Sanchez descreve em seguida o que ele chama de "ritual satânico pré-planejado". Quando o grupo começou a tocar, "estranhamente vários jovens começaram a tirar a roupa e a rastejar até o palco, como se fosse um altar, onde ofereciam-se como vítimas aos chutes e pauladas dos Anjos do Inferno. Quanto mais eles eram surrados, mais ainda se impeliam, como se motivados por uma força sobrenatural, para oferecerem-se como sacrifícios humanos a esses agentes de Satanás." [Tony Sanchez, ibidem, pág. 199]

No meio da multidão, diante do palco, acompanhado por sua namorada, estava um homem negro chamado Meredith Hunter. Ele logo foi escolhido para ser o sacrifício humano.

Os Stones tinham acabado de lançar uma nova canção, "Sympathy for the Devil" [Simpatia pelo Diabo]. Rapidamente o disco tornou-se o maior sucesso no país. A música começa com Mick Jagger apresentando-se como Lúcifer. Quando ele começou a cantá-la em Altamont, todo o público se levantou e começou a dançar freneticamente.

Sanchez descreve o que aconteceu em seguida, "Um grandalhão dos Anjos do Inferno, parecendo um urso, aproximou-se de Meredith Hunter para puxar seu cabelo com força e provocar uma briga... A briga aconteceu, mais cinco Anjos vieram para ajudar o colega, enquanto Meredith tentava sair do meio daquela multidão. Um dos Anjos o pegou pelo braço e o esfaqueou nas costas. A faca não penetrou muito, mas Meredith percebeu que precisaria lutar muito para continuar vivo. Ele puxou uma arma do bolso e apontou-a direto para o peito de um dos Anjos... Os Anjos então caíram em cima dele como uma alcatéia de lobos. Um deles tomou a arma da sua mão, outro o esbofeteou na cara e ainda outro batia nele repetidamente, insanamente, nas costas, até que os joelhos fraquejaram."

"Quando os Anjos acabaram com a surra, várias pessoas tentaram ajudar Meredith, mas um dos Anjos montou guarda ao lado do corpo inerte. "Não toquem nele", disse em tom de ameaça. "Ele vai morrer mesmo, então deixem que morra." [Tony Sanchez, ibidem, pág. 202]

Nunca ficou provado que Meredith tinha uma arma. Mais tarde, foram feitas algumas prisões, mas ninguém foi indiciado porque ninguém se apresentou como testemunha, por temor de retaliação dos Anjos do Inferno.

Durante todo o incidente, os Rolling Stones continuaram tocando "Simpatia pelo Diabo". Do palco, viam Meredith Hunter ser morto diante deles. Além disso, incrivelmente, todo o assassinato foi filmado por uma equipe profissional contratada para filmar o concerto. Pouco tempo depois, o filme foi lançado com o título de uma canção dos Rolling Stones, chamada "Gimme Shelter" [Dê-me Abrigo].

O assassinato foi planejado por satanistas? Em seu livro The Ultimate Evil, o autor Maury Terry diz que as seitas satânicas circulam entre si filmes de seus sacrifícios humanos. Esses filmes são chamados de snuff films ("filmes com morte real") Terry relata que um dos sete assassinatos perpetrados pelo Filho de Sam em Nova York foi na verdade filmado a partir de um veículo estacionado nas proximidades. O filme foi depois comprado por um satanista rico. "Gimme Shelter", que fez muito sucesso nas bilheterias, ainda hoje pode ser adquirido ou alugado por somente alguns reais, em qualquer locadora de vídeo.


O Que Há Por Trás do Rock "Heavy-Metal"

O mesmo ano em que houve o festival de Altamont, 1969, marcou o início da carreira maligna de Ozzy Osbourne Ele formou a banda The Black Sabbath [Sabá Negro]. O grupo modelou-se nos The Rolling Stones. Os próximos quinze anos testemunhariam uma procissão de músicos de Rock drogados, como Osbourne, todos competindo pelo "dinheiro grande" e pelos contratos de gravação. O critério-chave para conseguir firmar um contrato era a capacidade de retratar decadência e malignidade. Tais eram os grupos de heavy-metal.

Em 1985, o jornal New Solidarity, que depois foi forçado pelo governo federal a encerrar as atividades, conduziu uma entrevista com Hezekiah Ben Aaron, na época um membro de terceiro escalão na Igreja de Satanás. Hoje, Ben Aaron é um cristão dedicado. Na entrevista, ele revelou que foi sua igreja que lançou grupos de Rock como Black Sabbath, The Blue Oyster, Cult, The Who, Ozzy Osbourne, e muitos outros. Naquela época, a Igreja de Satanás era liderada por seu sumo sacerdote, Anton LaVey. Há quem diga, porém, que LaVey, um ex-domador de leões no circo, era apenas um testa-de-ferro para o verdadeiro sumo sacerdote, Kenneth Anger, o homem que aliciou os Rolling Stones para o ocultismo.

O seguinte é um trecho dessa entrevista: "Eu estava trabalhando para a igreja... a igreja tinha outras pessoas que eram os intermediários para outras companhias. Eram intermediários para a gravadora Apple [criada pelos Beatles], Warner Brothers, e outras gravadoras. Uma pessoa vinha até mim e dizia: "Tenho uma fita gravada e gostaria que você ouvisse. Estaria interessado em patrocinar um novo grupo de Rock?´ Eu respondia: 'Claro, prometo que vou ouvir.' Alguns dias mais tarde Ben Aaron ligava para o grupo e marcava outra reunião. 'Eu entregava US$ 100.000 e eles não assinavam nada. O que não sabiam é que um espelho colocado na parede era transparente de um único lado e estávamos gravando e filmando tudo. O pagamento dos juros, se você não conseguisse fazer sucesso, era realmente muito pesado. Algumas vezes, chegava a 60%, em dólares".

A entrevista de Aaron continuou: "Enviávamos o grupo a uma loja, comprávamos as roupas que eles usariam, os amplificadores, tudo pago com o dinheiro que eles receberam. Organizávamos apresentações e viagens, enchendo a agenda do grupo de compromissos."

Ele então explicou que se o grupo não fizesse o sucesso esperado, recebia ordens de devolver todo o dinheiro ou fazer "outros acertos". Esses "outros acertos" provavelmente é o que explica as dezenas de "suicídios" de astros do Rock. A máfia do submundo tem muitos modos de eliminar aqueles que não pagam suas dívidas. Alguns leitores podem lembrar a seguinte declaração que o Beatle John Lennon fez à imprensa internacional em 1966:

"O cristianismo vai acabar. Vai acabar. Vai diminuir cada vez mais e desaparecer. Nem preciso discutir isso. Estou certo e o tempo vai provar que tenho razão. Neste momento, somos mais famosos que Jesus Cristo."

Esperemos que o tempo prove que ele estava enganado.


Ele estava enganado. O tempo já provou isso.

John Lennon foi assassinado em 8 de dezembro de 1980 por Mark David Chapman, um de seus admiradores.

"Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte." [DEUS, em Provérbios 14:12]

Autor: Donald Phau
Artigo encontrado no site Dial-The-Truth Ministries http://www.av1611.org/
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/raizrock.asp

conheça o camelo

Conheça o Camelo
Se alguma vez você duvidou da existência de Deus, conheça um projeto extremamente técnico e de construção complexa: o camelo dromedário.
Quando estou com fome, como qualquer coisa que encontro — uma correia de couro, um pedaço de corda, o tenda do meu dono, ou até um par de sapatos.

Minha boca é extremamente grossa por dentro e nem mesmo um pedaço de cacto chega a incomodar. Mas o que eu gosto mesmo é de comer grama e outras plantas que crescem no deserto na Arábia.

Sou um camelo, um dromedário, mais exatamente. Vivo nos desertos do Oriente Médio. Meu nome científico é Camelus dromedarius, de modo que você pode me chamar de uma forma ou de outra, que não me incomodo. Tenho um primo chamado Camelus bactrianus e muitas pessoas nos confundem. Eu só tenho uma corcova. Meu primo é que tem duas.

Minha corcova, que chega a pesar 36 kg, contém gordura, o combustível para meu organismo, e não água, como algumas pessoas imaginam. Meu Poderoso Criador mê deu essa corcova, pois sabia que nem sempre eu conseguiria encontrar vegetação para comer ao atravessar os desertos. Quando não encontro nada para comer, meu organismo automaticamente consome a gordura que está armazenada na corcova, alimenta meu corpo e eu continuo forte e posso caminhar. A corcova é meu suprimento de energia de emergência.

Se eu não conseguir encontrar nada para comer, meu corpo vai consumindo a gordura que está na corcova, até que ela fica murcha e começa a cair para um dos lados do meu corpo. No entanto, assim que chego a um oásis e começo a comer novamente, rapidamente a corcova volta à forma normal.

Sou famoso porque consigo beber quase cem litros de água em apenas dez minutos. Meu Projetista me criou de uma forma tão fantástica que em questão de minutos toda a água que bebo chega aos bilhões de células microscópicas que formam meu corpo.

Logicamente, a água que bebo vai primeiro para meu estômago. Ali, os vasos sanguíneos sedentos absorvem e transportam rapidamente essa água para todo meu corpo. Alguns cientistas fizeram uma verificação no meu estômago dez minutos após eu beber setenta litros de água e constataram que estava totalmente vazio.

Em um dia inteiro de caminhada, consigo carregar uma carga de 180 kg por quase 150 km, atravessando um deserto seco, sem parar um minuto para beber ou comer coisa alguma. Na verdade, consigo ficar até oito dias inteiros sem beber água, mas então fico realmente esgotado. Perco mais de 100 kg e fico magérrimo, no osso e na pele. Mesmo assim, ainda me aguento em pé! Emagreço porque bilhões de células no meu corpo perdem água e ficam sem gordura.

Normalmente, meu sangue contém 94% de água, exatamente como o seu. No entanto, quando não encontro água para beber, o calor do sol gradualmente me faz perder um pouco da água do meu sangue. Os cientistas descobriram que meu sangue pode perder até 40% da água e, mesmo assim, continuo saudável. Somente para você ter uma idéia, se um ser humano perder 5% da água no sangue, a visão fica comprometida; se a perda for de 10%, a pessoa enlouquece; com 12%, o sangue fica tão espesso que o coração não consegue bombeá-lo mais e pára. Você morre.

No entanto, isso não acontece comigo. Por quê? Os cientistas dizem que meu sangue é diferente. Meus glóbulos vermelhos são alongados, e não arredondados, como no ser humano. Talvez seja isso que faça a diferença.

Isso prova que fui projetado especificamente para o deserto, ou o deserto foi criado para mim. Alguma vez você já ouviu falar que pode existir um projeto sem que exista o projetista?

Quando encontro água, bebo sem parar por quase dez minutos e meu corpo magro começa a mudar quase imediatamente. Perco a magreza e recupero os 100 kg que perdi.

Embora eu perca muita água no deserto, meu corpo a conserva da melhor maneira possível. Quando meu inteligente Engenheiro me projetou, ele me deu um nariz que poupa água. Quando expiro, meu nariz retém toda a umidade do ar que sai dos meus pulmões e absorve essa água nas membranas nasais.

Os vasos sanguíneos nessas membranas absorvem a umidade e devolve essa água para o sangue. É uma espécie de sistema de reprocessamento, como se diz na engenharia. Muito interessante, não acha? Ele só funciona porque meu nariz tem uma temperatura inferior a do corpo. Meu nariz transforma a umidade do ar que sai dos meus pulmões em água novamente. Mas, como meu nariz é mais frio? Respiro o ar quente e seco do deserto e ele passa pelos meus orifícios nasais umedecidos. Isso produz um efeito de resfriamento e a temperatura no interior do meu nariz fica vários graus abaixo da temperatura do resto do corpo.

Gosto de percorrer as belas dunas de areia. Na verdade, acho o trabalho fácil, pois meu Criador me deu pés especialmente projetados para caminhar no deserto. Minhas patas são bem largas e ficam ainda mais largas quando eu piso.

Cada um dos meus pés tem dois longos dedos revestidos de um couro bem grosso. Minhas solas são almofadadas. Elas não permitem que eu afunde na areia macia. Isso é bom, pois freqüentemente meu dono quer que eu o carregue por mais de 150 km, atravessando o deserto em apenas um dia. (Caminho em um ritmo de aproximadamente 15 km/h).

Algumas vezes, uma grande tempestade de areia acontece no deserto e ergue muita poeira no ar. Meu Projetista colocou músculos especiais nas entradas das minhas narinas, que fecham as aberturas nasais, mantendo a areia fora do meu nariz, mas ainda permitindo a passagem do ar para os pulmões.

Minhas pálpebras descem sobre meus olhos como telas, protegendo-me da areia e do sol, mas ainda permitindo que eu veja claramente. Se um grão de areia conseguir passar e entrar no meu olho, o Criador previu isso também, e me deu um colírio interno que automaticamente remove a areia dos meus olhos.

Algumas pessoas acham que sou orgulhoso só porque sempre ando com minha cabeça bem erguida e meu nariz empinado, mas isso é por causa da forma como fui criado. Minhas pestanas são tão espessas e grandes que preciso manter minha cabeça bem erguida para conseguir ver de cima para baixo. Estou contente com elas, pois protegem meus olhos da luz excessiva do sol.

Os povos do deserto dependem de mim para muitas coisas. Não apenas sou a melhor forma de transporte para eles, mas também sirvo como fonte de alimento. A dona Camelo produz leite muito rico em gordura que as pessoas usam para produzir manteiga e queijo. Eu troco minha pelugem uma vez por ano e ela pode ser usada para produzir tecido e roupas. Alguns camelos jovens também são usados para a produção de carne, mas não gosto de falar sobre esse assunto.

Por muito tempo, os camelos foram chamados de "navios do deserto" por causa do modo como balançamos de um lado para outro quando caminhamos. Algumas pessoas que montam sentem enjôos quando não estão acostumadas.

Balanço de um lado para outro ao caminhar por causa da forma como minhas pernas funcionam. Ambas as pernas de um lado se movem para frente ao mesmo tempo, elevando aquele lado. Meu movimento "esquerdo, direito, esquerdo, direito" dá à pessoa que está montada a impressão que está em uma cadeira de balanço mas que se move nas laterais.

Quando eu tinha seis meses de idade, uma joelheira especial começou a crescer nas minhas pernas dianteiras. O Criador sabia que eu precisaria delas. Elas me ajudam a levantar meu corpo de 450 kg do chão. Se eu não as tivesse, rapidamente meus joelhos ficariam feridos ou inflamados e eu teria dificuldade para me abaixar. Talvez até morresse de cansaço.

É difícil para mim compreender por que algumas pessoas dizem que evolui de alguma outra forma para o que sou hoje. Sou um dromedário — uma criatura de constituição muita complexa e técnica. Criaturas como eu não aparecem do nada. Elas são planejadas em uma prancheta por Alguém muito brilhante, de uma mente muito lógica.

João 1:1 diz: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus." O Verbo aqui significa "o Ser lógico e inteligente".

O verso 3 diz: "Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez."

Quem era o Verbo? Veja o verso 14: "E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória do unigênito do Pai."

Quem se fez carne? O Senhor Jesus Cristo, o Verbo que criou todas as coisas, inclusive o camelo dromedário.


Autor: Bob Devine
Artigo encontrado no site Saints Alive in Jesus.
Data da publicação: 21/10/2000

20 de junho de 2010

Familia Cistã - GN.26:28

Familia Cistã - GN.26:28
1.COMPANHEIRISMO - não é bom que o homem esteja só (GN.2:18)
2.DESENVOLVIMENTO DO AMOR - é osso dos meus ossos (GN.2:23)
3. APERFEIÇOAMENTO DA PERSONALIDADE - tornou-se os dois uma só carne (GN.2:24)
4. PROCRIAÇÃO - Deus abençoou e lhe disse: _ sede fecundos,multiplicai-vos e enchei a terra (GN.1:28)
5. FELICIDADE DO CASAL - goza a vida com a mulher que ama todos os dias da tua vida (EC.9:9)

INSTRUÇÃO DE DEUS:
A preservação da Religião (Religare/Latim):
1. (IICO 6:14-15) - nenhuma comunhão com os incredulos.
(DT. 6:5-9) - terás Deus como objetivo real na familia.
2. Não devemos deixar a vida religiosa de nossos filhos. (SL.127:3) - (MT.18:10-14, 19:4)
O CASO DE ABRAÃO NOS ENSINA A CRIAR UM LAR CRISTÃO. (GN.18:19).

27 de maio de 2010

IGREJA NOVA ALIANÇA
MINISTÉRIO O SEMEADOR


SEDE PRÓPRIA
RUA PLÍNIO TOURINHO,19
VILA ESPERANÇA II - GUARATUBA PR.

23 de maio de 2010

Arqueologia Biblica - O tijolo de Nabucodonosor

O Tijolo de Nabucodonosor
Achado está no Museu Arqueológico do Unasp
por Rodrigo P. Silva



Participar de uma expedição arqueológica nas terras bíblicas é uma experiência extraordinária. As poucas oportunidades que tenho tido de atuar em escavações no Oriente Médio são para mim motivo de agradecimento e louvor a Deus, principalmente por poder testemunhar como a arqueologia tem confirmado a Bíblia Sagrada.

É claro que os achados jamais podem "provar" que Deus existe ou que jesus um dia voltará à Terra. Essas são doutrinas reveladas pelo Espírito Santo que demandam um exercício de fé. Contudo, a contribuição da arqueologia pode ser vista assim: se a história que a Bíblia apresenta é verdadeira como as escavações têm demonstrado, a teologia por trás dessa história também o será.

A experiência arqueológica que relatarei a seguir ocorreu ironicamente bem longe das terras bíblicas. Jamais poderia supor que, aqui mesmo no Brasil, seria reencontrado um artefato que confirma a narrativa das Escrituras: um legítimo tijolo babilônico, dos tempos de Daniel, que comprova a existência histórica do famoso rei Nabucodonosor.



História do achado - A forma como esse tijolo chegou até aqui é simplesmente fantástica e revela-nos a maravilha da providência divina. Tudo começou há mais ou menos vinte anos quando um projetista brasileiro foi enviado ao Iraque para dar assessoria temporária a uma firma de construção civil. Era seu costume caminhar nas tardes de sábado pelas ruínas de Babilônia que ficam a céu aberto, não muito longe da capital, Bagdá. Entre os milhares de cacos de barro e pedras antigas que ainda jazem no lugar, um pedaço de tijolo lhe chamou a atenção. Ele continha estranhas letras que certamente representariam uma antiga inscrição. Um soldado iraquiano, que se tornara seu amigo, permitiu lhe trazer o tijolo como uma espécie de suvenir das terras iraquianas.

De volta ao Brasil, o projetista acabou desistindo de ficar com o objeto e, em 1988, o doou ao Pastor Paulo Barbosa de Oliveira, que o usaria para fins didáticos em aulas de Bíblia, nos colégios adventistas de Vitória, ES. Sempre que ia falar das profecias de Daniel, ele levava o tijolo e comentava sua procedência. Mas, nem de longe, poderia imaginar que aquela estranha inscrição revelaria um fantástico testemunho acerca das Escrituras.

Jubilado, o Pastor Paulo Barbosa de Oliveira resolveu mudar-se para as redondezas do UNASP - campus Engenheiro Coelho - SP, onde nos tornamos conhecidos. Nessa escola está o único museu de arqueologia bíblica do Brasil - o Museu Paulo Bork, que recebe visitas de vários lugares e já foi tema de reportagens em rádio, TV, jornais e revistas de circulação nacional. Foi conversando acerca do museu, que o Pastor Paulo revelou a posse do tijolo que me despertou muita curiosidade.

Ao vê-lo, percebi que a inscrição composta de três linhas era, na verdade, um cuneiforme neo-babilônico usado pelos caldeus, nos dias do profeta Daniel. Pedi ao pastor para levar o tijolo para casa, onde poderia estudá-lo melhor e tentar traduzir as antigas sentenças. Algum tempo depois, o que descobri parecia bom demais para ser verdade. O tijolo falava de Nabucodonosor!

Traduzindo a inscrição - Usando léxicos e gramáticas acadianos, entendi que a inscrição dizia: "(eu sou) Nabucodonosor, Rei de Babilônia. Provedor (do templo) de Ezagil e Ezida; filho primogênito de Nabopolassar': Antes, porém, de publicar o achado, era necessário confirmar a tradução com pessoas mais especializadas, como 0 Dr. Oseas Moura, que estudou acadiano na PUC do Rio de Janeiro, e outros assiriologistas de universidades européias e americanas que têm seu nome entre os mais renomados no estudo de inscrições cuneiformes. Todos confirmaram a tradução, corrigindo apenas um ou outro detalhe de transliteração dos caracteres originais.
Tínhamos, portanto, um objeto legítimo, dos dias do cativeiro babil8nico, que testemunhava a existência histórica de um rei descrito nas Escrituras. É claro que essa não é à única prova arqueológica da existência de Nabucodonosor. Conforme as escavações vêm revelando, era costume desse rei colocar uma espécie de "assinatura" em tudo o que construía. Paredes de palácios, templos e até muros da antiga Babilônia estão repletos de inscrições com o seu nome. Esse tijolo, portanto, faz parte de um importante conjunto de evidências que silencia mais uma vez os que negam a veracidade da Palavra de Deus.

Nabucodonosor e a Arqueologia - A existência histórica de Nabucodonosor e da própria Babilônia era um fato questionado pelos críticos até por volta de 1806, quando Claudius James Rich confirmou, através de um extenso relatório científico, que as ruínas encontradas na colina de Babil eram, na verdade, a antiga cidade de Babilônia.

O problema é que até essa época ninguém sabia nada sobre a cidade fora do relato bíblico e de historiadores da antiguidade, cuja precisão era seriamente questionada. A grande metrópole parecia ter sido engolida pelo deserto. Pesquisadores europeus que chegavam a Bagdá viam apenas as colinas empoeiradas de Babil e não podiam supor que ali estavam os escombros da antiga Babilônia. Pegavam tijolos com estranhas inscrições e levavam para casa como meras curiosidades.

Por isso, não faltou quem apregoasse que o livro de Daniel jamais poderia representar uma história real. Mas as escavações que se seguiram à exploração de Rich, começaram a mostrar que os céticos é que estavam errados.

Por esse tempo, desenvolveu-se também na arqueologia um intenso estudo para descobrir o que estava escrito naqueles tabletes que se acumulavam aos montes, em todo o território. A decifracão dos cuneiformes babilônicos encontrados no Iraque foi, assim, o segundo grande feito arqueológico do século XIX. Nieburh, Grotefend e Rawlinson foram os principais pioneiros nessa área e até hoje não há dúvida sobre a fidelidade da maioria dos textos traduzidos.

Em 1899, Robert Koldewey estava escavando as ruína's em Babil quando encontrou centenas de tijolos de paredes, muros e do próprio Templo de Ezagil que traziam o nome do Rei Nabucodonosor como mandatário daquelas grandes construções. Nosso tijolo é, certamente, parte desse grupo de blocos que anunciavam a existência do rei e uma peculiaridade de seu caráter também revelada em Daniel 4:30. De maneira arrogante ele diz: "Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei... para glória da minha majestade?" Pouco tempo depois, chegalhe a sentença celestial, condenandoo por sua soberba.

Felizmente, após os sete anos de loucura, ele reconheceu a soberania de Deus e se tornou testemunha de sua justiça (Dan. 4:34-37). Como disse Ellen White: "O rei sobre o trono de Babilônia se tornou uma testemunha para Deus, dando seu testemunho, claro e eloqüente, de um coração agradecido que havia participado da misericórdia e graça, justiça e paz, da natureza divina" (Youth's Instructor, dez. 13, 1904).

Hoje o tijolo babilônico pode ser visitado no museu arqueológico do UNASP - Campus Engenheiro Coelho - SP, onde ficará exposto por tempo indeterminado.

Por muitos anos, alguns eruditos desacreditaram a Bíblia pelo simples fato de o nome Nabucodonosor não constar em nenhuma ruína conhecida. Isso os fazia orgulhosos de sua incredulidade e, também hoje, há muitos que seguem o mesmo caminho. Mas bastou um caco de tijolo para mostrar que eles estavam errados. Não seria essa uma curiosa maneira de Deus ironizar a sabedoria humana quando esta nega a Bíblia Sagrada?

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Rodrigo P. Silva é professor de Arqueologia e
Filosofia no Unasp - Campus 2,
Engenheiro Coelho, SP.